Só bondes disputando poder e território. Comande o seu, recrute quem estiver disposto a arriscar, e sobreviva à próxima temporada.
Temática de crime urbano e violência estilizada — classificação indicativa 16 anos.
Rio de Fevereiro é uma metrópole fictícia dividida entre o luxo da orla e o concreto das periferias e morros. A cidade tem a mesma baía, os mesmos morros verdes espremendo a paisagem contra o mar — a diferença nunca esteve no cenário, e sim em quem manda em cada pedaço dele.
Na orla, prédios de vidro e uma prefeitura que aparece pra inaugurar obra e some pelo resto do ano. Nos morros e nas bordas da cidade, outra administração toma conta todos os dias — não eleita, não oficial, mas presente: cobra taxa, resolve briga, decide quem abre comércio. É essa segunda administração que você vai comandar.
Não existe um dono fixo da cidade. Nunca existiu. Trinta bairros, cada um com sua própria disputa, seu próprio bonde dominante do momento — e é exatamente essa ausência de dono que sustenta o jogo: todo mundo, incluindo você, está competindo por um pedaço de poder que nunca se resolve de vez.
Ao criar sua conta, você escolhe uma tropa geral. A escolha não trava seu estilo de jogo — dentro de qualquer uma cabe foco em território, em dinheiro, ou um estilo híbrido. Mas cada bandeira carrega sua própria fama e sua própria gente por trás, além de bônus de grupo e suborno coletivo com quem também a carrega.
A ala mais antiga da cidade — bondes que dizem descender dos primeiros grupos armados dos morros. Fuzil na mão, boca de fumo na esquina, mas dentro de regra: palavra empenhada vale, dívida se cobra sem passar do limite.
Fruto da banda podre da segurança pública — farda, distintivo ou fardão verde, pouco importa qual, desde que sirva. Pra ela, dinheiro é dinheiro, negócio é negócio, e sentimentalismo não paga suborno.
A ala que prefere nunca estampar manchete — juízes, políticos e empresários que lucram por dentro do próprio Estado em vez de disputar esquina. Quanto mais discreta, mais poderosa.
Cada personagem do catálogo tem origem, idade, história curta e uma profissão que define pra que ele serve no bonde — do músculo que resolve na força ao dinheiro que se disfarça de negócio legítimo. Esses três são amostra: o catálogo completo já tem 10 personagens em 5 profissões, cada um com sua própria história.
Fala tanto que ninguém mais lembra se o apelido veio da voz grave ou de nunca calar a boca — motosserra ligada não desliga, e ele também não.
Tem um instinto quase sobrenatural pra saber o segundo exato em que uma saída deixa de ser segura. Não briga se puder correr — e quase sempre pode.
Dono, no papel, de um lava-jato que lava carro de verdade e dinheiro de mentira. Corrente de ouro grossa, sorriso fácil, e uma explicação pronta pra qualquer pergunta que o contador não devia fazer.
Boletim policial, fofoca de bairro e guerra de bondes, tudo misturado — puxado pelo tom direto e debochado da coluna do Nelsinho Aguiar. No jogo, é o termômetro do caos: noticia operações policiais, eventos climáticos e acontecimentos que mudam temporariamente as regras do servidor.
Seu bonde nasce disputando um lote vago numa favela pequena, com dois ou três nomes recrutados de um catálogo de gente disposta a arriscar. Não existe escolha de "bem" ou "mal" — a cidade não separa os dois. Existe escolha de como crescer: pela força, pela esperteza, pelo dinheiro, pelas alianças que você faz e quebra no caminho.
Crims in Rio é jogado em tempo real assíncrono: energia regenera com o tempo, missões e ataques resolvem em minutos, e seu bonde segue existindo mesmo quando você não está.
Recrute personagens de um catálogo, cada um com atributos, história e profissão próprios. Comece com 3 e cresça na Loja, recrutando reforço extra com Dinheiro Limpo. Equipe uma arma por membro e escale quem for pra cada missão.
Furto, Tráfico e Roubo — de saidinha de banco a assalto a carro-forte. Cada categoria libera com o nível do bonde e pesa mais na reputação de rua.
Ataque lotes ocupados e dispute domínio de bairro. Segurar o que é seu rende Dinheiro Sujo todo dia — liga a extorsão pra ganhar mais, mas a Insatisfação sobe e a polícia pode aparecer. Um escudo comprado barra ataque, não barra operação.
Dinheiro Sujo vem de missão e território, e a lavanderia converte em Dinheiro Limpo. Suborno mantém sua área protegida — mas cada membro recrutado pesa salário todo dia. Caixa no vermelho por tempo demais quebra o bonde: perde tudo e recomeça do zero.
Membro mal pago desertando ou vendendo informação pro rival. Deixe a lealdade cair demais, e o próprio bonde pode tirar você do comando.
A cada 60 dias, o servidor inteiro é avaliado por poder militar, riqueza e moral. Quem sobe vira manchete e ganha título permanente — e então tudo recomeça.
Acompanhe o desenvolvimento e seja avisado quando as portas abrirem.